Vereador quer melhorar aprendizagem de alunos portadores de TDAH

Continuando com suas ações que procuram beneficiar a população campinense em todas as áreas, o vereador Renan Maracajá conseguiu a aprovação na Câmara Municipal de Campina Grande de Projeto de Lei que tem o objetivo de implantar nas escolas da rede municipal e particulares programa para diagnóstico, esclarecimentos, tratamento e acompanhamento de alunos que apresentam o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), que causa pouca paciência para estudar e fazer os deveres, agitação, inquietude e uma capacidade incrível de fazer milhões de coisas ao mesmo tempo e quase nenhuma delas associada à aula. que prejudicando assim, a aprendizagem do portador.

O programa funcionará com a orientação periódica dos professores, coordenadores, diretores e demais funcionários da escola, através de equipe multidisciplinar formada por pedagogos, psicopedagogos, psicólogos, pediatras, psiquiatras, neurologistas, fonoaudiólogos, sociólogos e assistentes sociais, entre outros integrantes da rede pública municipal de saúde, sobre aspectos do TDAH, suas consequências, como identificá-lo e como lidar com o aluno diagnosticado com esse transtorno.

A principal finalidade deste PL é conscientizar e fornecer informações sobre o TDAH aos familiares do aluno que for diagnosticado com esse transtorno, através de palestras ministradas por especialistas no assunto, apresentação de estudos e pesquisas na área. Como também chamar atenção das escolas sobre a necessidade de solicitação imediata, pelo responsável pela unidade escolar, da presença do responsável pelo aluno à escola, para comunicação de avaliação positiva pela equipe técnica, fornecendo-o todas as orientações sobre o tratamento a ser feito e o local onde deverá ser realizado, em caso de detecção de TDAH em algum aluno.

Para o vereador Renan Maracajá, autor da propositura, tal projeto irá elevar a capacidade de assimilação dos conteúdos passados em sala de aula por parte dos alunos que apresentam esse transtorno, que é o mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para tratamentos especializados, e que com esse programa implantado nas escolas da cidade, mesmo que não haja uma cura para o TDAH, será possível ter uma vida normal através do tratamento adequado.

AsCom

 
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